A música e o vazio no trabalho: reflexões jurídicas a partir de Hannah Arendt

de Matheus Brant

1ª edição, Belo Horizonte: Initia Via, 2014, 132p.



Descrição:“Na música, o ritmo espalha o tempo, regrado entre silêncios e sons. No direito também há um ritmo na captação do tempo entre silêncio e sons. No som da palavra, do conflito, neles o tempo da vida é absorvido pela música e pelo direito. A música e as palavras derramadas pela criatividade de Matheus Brant carregam a urgência de afastar o tempo sem tempo da contemporaneidade para enchê-lo das cores da vida vivida de verdade. Tempo cheio de tempo.” –  Mônica Sette Lopes

“Este livro é um exemplo notável das mudanças do tempo. Ele nos mostra, primeiro, como a lei – ou o modo usual de vermos a lei Ð de repente se tornou pobre, medíocre, e a partir dessa observação trata de encher os seus vazios e adoçar suas asperezas, compondo palavras que lembram de fato uma melodia – não só pela forma, mas pelo conteúdo.” – Márcio Túlio Viana

“Para Hannah Arendt, integram as atividades essenciais do humano: o trabalho (labor), a obra (work) e ação (action). Matheus Brant vale-se brilhantemente das categorias arendtianas para demonstrar que o conjunto normativo de proteção ao trabalhador mais se volta à necessária, embora insuficiente, proteção de uma das dimensões do trabalho (labor), esquecendo-se de tutelar dimensões outras que emergem do significado mais profundo dessa atividade essencial do homem.” – Daniela Muradas Reis

Sobre o autor: Graduado e Mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Matheus Brant também é músico e compositor, tendo lançado seu primeiro disco “A semana” (2012), no ano em que defendeu sua dissertação de Mestrado, origem desta obra. Fundador do grupo de samba Chapéu Panamá (2005) e autor de 6 músicas no disco “Ao vivo na biblioteca”, foi ainda diretor da Cooperativa de Músicos de Minas Gerais - COMUM e é sócio do escritório de advocacia “Caldeira Brant”.