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  • Alteridade e Diálogo

    Vivemos um momento em que o tecido social apresenta uma fragilidade preocupante. A rapidez das comunicações, que poderia unir todos numa grande e diversa comunidade, é usada como arma para separar cada vez mais as pessoas. Aquele que discorda é visto como um inimigo e a solução apresentada é a exclusão, o apagamento e o silenciamento das diversas expressões da individualidade humana.  Temas que pareciam superados estão voltando ao campo do debate, que mais parece um campo de guerra de narrativas. Como realmente ouvir o outro, especialmente quando direitos fundamentais estão envolvidos? Como se obter justiça neste contexto? “O relacionar-se pautado pelo egoísmo ético é a ponte que diminui não as diferenças, que não devem ser vistas como algo a ser superado, mas as injustiças que galgam a nadificação e a exclusão de rostos anônimos que clamam por reconhecimento e redenção social e cidadã. Neste ponto, ressalta-se que essa possibilidade de nadificação apresenta-se como oportunidade para a escolha entre a abertura no diálogo ou a violência.” (Rafael Moura, Justiça e alteridade, 2013, p. 178) Com no estabelecimento de um diálogo, Rafael Soares Duarte de Moura propõe a análise do conceito de justiça sob o ponto de vista da teoria do direito pautada na alteridade e responsabilidade perante o outro, proposta por Emmanuel Lévinas. Com precisão única, o autor nos convida a refletir sobre como reforçar nossa trama social depende da atuação de cada pessoa individualmente e qual o papel da Justiça para que isso seja possível.  Conheça a obra: Justiça & Alteridade: a hermenêutica jurídica pautada na ética do amor – Rafael Soares Duarte de Moura em https://amzn.to/2JTw59y #WisdomWendesday #Direito #FilosofiadoDireito #FilosofiaJuridica #Levinas #InitiaVia #Ebook #Alteridade #Etica #Amor #tolerancia #dialogo

  • Savigny era o Bach do Direito?

    “Savigny era o Bach do Direito?" Com este questionamento, Mônica Sette Lopes inicia uma trajetória entre a História da Música e a História do Direito num ritmo acessível e envolvente, em que um é veículo da compreensão do outro. Desvela-se diante dos nossos olhos o encantamento que cada um, à sua maneira, é capaz de proporcionar. Harmonizando semelhanças e diferenças, somos embalados em temas aparentemente tão dissonantes. É compondo e interpretando assim como se faz na Música, no Direito e na História, que a autora conduz magistralmente diversos conceitos que trazem ao leitor a experiência do ouvinte para o Direito. Uma leitura deliciosa e cativante para o final de semana, pois afinal #TGIF. Confira a obra “Música & Direito: uma metáfora”: https://amzn.to/2XXZwN1 #livrosdigitais #ebooks #direito #musica #filosofia #filosofiadodireito #teoriadajustica

  • Audiências públicas no STF

    Todos temos acompanhado, ao longo da última década, o crescente interesse da população em geral pelo trabalho do Supremo Tribunal Federal (STF), cujas sessões são transmitidas pela TV Justiça. Se antes esta era restrita a um canal da televisão, hoje possui até canal do YouTube que faz transmissões ao vivo – iniciativa pioneira no mundo. Com isso, as pautas e os próprios ministros ganharam maior visibilidade não somente nos noticiários, mas também nas comunicações corriqueiras entre usuários nas redes sociais, fazendo com que os cidadãos se colocassem como partidários de um ou outro magistrado. Ao notar o crescente interesse da população, o STF decidiu, então, realizar audiências públicas, também transmitidas pela TV Justiça, com o intuito de firmar diálogo direto com a sociedade, democratização do processo judicial. Nesta obra, Anderson Moraes observa, então, que essas audiências públicas se tornaram um poderoso instrumento de legitimação da jurisdição constitucional em nossa democracia. Para saber mais, veja a obra, que está incluída no Kindle Unlimited: https://amzn.to/2xV6jwm #direito #direitoconstitucional #constituição #constitucionalismo #audienciaspublicas #stf #jurisdição #democracia #legitimação

  • A exaltação como modo de ser no mundo

    Na Unidade V de sua obra Fundamentos de Psicopatologia Fenomenológica e Daseinsanalyse , Roberto Schmidlin aborda, no segundo tópico, a exaltação como forma de ser no mundo. Partindo da obra Três Formas de Existência Malograda , de Ludwig Binswanger, Roberto Schmidlin trabalha o sintoma da exaltação e as formas pelas quais esta manifestação de "extravia" pelo caminho - é dizer, torna-se excessiva. A exaltação aqui se refere a: (i) o existencial da compreensão; (ii) a antropologia da exaltação; e (iii) a semântica que permite a compreensão do fenômeno. "Como, na vida, alguém se exalta, se extravia na subida? Existencialmente, as decisões e escolhas são a maneira como nos apropriamos do mundo, no sentido do auto-fazer ou autorrealizar-se". Saiba mais em “Fundamentos de psicopatologia fenomenológica e daseinsanalyse” , de Roberto Schmidlin: https://amzn.to/2XCBlsa #filosofia #psicologia #psicopatologia #fenomenologia #existencialismo #daseinsanalyse #binswanger

  • A crônica da justiça

    Como se sente uma magistrada lidando com as vicissitudes da justiça do trabalho? Como se sente uma professora tento que manter o interesse de seus alunos no direito, tendo que lidar com as injustiças da realidade? "É o tempo que marca as decisões. O silêncio dos corajosos. O silêncio dos inocentes. O silêncio dos aterrorizados por não-se-sabe-o-quê. A responsabilidade por todos que é de cada um." Mônica Sette Lopes faz um belo relato de sua tarjetória como magistrada da justiça do trabalho e professora da Faculdade de Direito da UFMG na obra "A Crônica da Justiça". Saiba mais em: https://amzn.to/30qSAt6 #direito #justicadotrabalho #magistratura #magisterio #direitodotrabalho #trt

  • #tbt: Os 25 anos da Constituição e as legitimidades "democráticas"

    #ThrowbackThursday: Em 2014, Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira e Adriana Campos, organizaram a obra “Constituição e Democracia: 25 anos da Constituição Brasileira”. Em um dos capítulos da obra, intitulado “A superação da fórmula de alienação nas democracias constitucionais majoritárias modernas pelo novo constitucionalismo democrático na América Latina, José Luiz Quadros de Magalhães chama atenção para a máquina processadora de legitimidades “democráticas” majoritárias de decisões minoritárias, questionando: “Será que o parlamento funciona com a lógica da vitória do melhor argumento? Qual é o melhor argumento? Depois de eleito o governo e de eleitos os parlamentares, o governo continua funcionando da mesma maneira: Roma Locuta, Causa Finita .” Como, então, desenvolver um consenso que foge a esta lógica da democracia representativa majoritária, em que minorias insatisfeitas terminam por se submeter a maiorias fragmentadas, que reproduzem internamente o mesmo mecanismo? Para esta quinta, recomendamos a leitura da obra, que está inclusa no programa Kindle Unlimited: https://amzn.to/32i0FlX #direito #teoriadoestado #parlamento #democracia #constitucionalismo #direitoconstitucional #constitução #partidospolíticos

  • Karl Jaspers: fenomenologia, existencialismo, filosofia e psicopatologia

    Psiquiatra e filósofo, Karl Jaspers (1883-1969) estabeleceu as bases da psicopatologia fenomenológica a partir da filosofia existencial, para a qual a existência humana está vinculada à sua historicidade. Assim, a própria consciência de si mesmo, como um “eu especial”, estaria vinculada a esta historicidade do ser humano como o concebemos hoje. Foi no que Jaspers denominou “época axial” (800-200 a. C.) que o ser humano, do ocidente ao oriente, tomou consciência do ser na sua totalidade, de si próprio e dos seus limites: “Nessa era, muitas coisas extraordinárias ocorreram simultaneamente. Na China, viveram Confúcio e Lao-Tsé. Surgiram todas as diretrizes da filosofia chinesa, formularam os seus pensamentos Mo-Ti, Tschuang-Tsé, Lié-Tsi e muitos outros; na Índia, surgiram os Upanissades, viveu Buda e desenvolveram-se, tal como na China, todas as possibilidades filosfóficas, desde o ceticismo ao materialismo, desde a sofistas ao niilismo; no Irã, Zaratrustra apresentou uma doutrina do universo em que se digladiam o bem e o mal; na Palestina, ergueram-se os profetas, de Elias a Isaías, de Jeremias a Deutero-Isaías; a Grécia teve Homero, os filósofos Parmênides, Heráclito, Platão, os trágicos, Tucídides e Arquimedes. Tudo o que estes nomes sugerem desenvolveu-se, nesses poucos séculos, quase ao mesmo tempo, na China, na Índia e no Ocidente, sem que uns dos outros tivessem notícia.” (Jaspers, Iniciação Filosófica, 1932, p. 94) Duas de nossas obras abordam a filosofia existencial e a fenomenologia propostas por Karl Jaspers, sob vieses distintos (Filosofia e da Psicologia), auxiliando a dar mais um passo na compreensão de si e dos outros. Para compreender a época axial, veja “Filosofias gregas e orientais” , organizada por Andityas Soares de Moura Costa Matos: https://amzn.to/2LLfaIR Para compreender o desenvolvimento da tomada de consciência do ser no mundo, veja “Psicopatologia fenomenológica e daseinsanalyse” , de Roberto Schmidlin: https://amzn.to/2XCBlsa Referências: Jaspers, Karl. (1960). Iniciação filosófica. Lisboa: Guimarães. Jaspers, Karl (1959). Psicopatologia geral. Vols. I e II. Rio de Janeiro: Atheneu. #filosofia #psicologia #psicopatologia #fenomenologia #existencialismo #daseinsanalyse #filosofiagrega #filosofiaoriental

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